O aumento do professorado foi engodo?

28 de julho de 2011 às 15:41

Professor paulista: Aumento de Alckmin não é o que parece

Azenha, bom dia!

Venho por este e-mail informar alguns fatos em debate por todo professorado paulista sobre remuneração e férias, conforme alteração ocorrida por determinação do excelentíssimo Governador do Estado de São Paulo e por seu Secretário da Educação, que publicaram em Diário Oficial — um dia após o início do recesso –, através de uma resolução que determina novas diretrizes para a elaboração do calendário do ano letivo, divulgada no último dia 18; alterando os 30 dias de férias corridos em janeiro, passando a vigorar em 2012, 15 dias de férias em janeiro e 15 dias em julho.

Ressalto ainda a falácia praticada por este mesmo Governo quanto ao aumento concedido aos professores e demais membros da área da educação, onde fora anunciado o aumento a partir de 01/07/2011 com percentual definido de 13,8%, mas que na realidade incorpora o valor de uma gratificação recebida por todo funcionalismo estadual desde 2001, via Lei complementar 901 de 12/09/2001, que no meu caso em particular era no valor de R$ 92,00, resultando então em uma aumento real de R$ 96,00 sob o salário base, já descontando toda tributação que incide sob este provento.

Como ficou claro a classe, este falso aumento proclamado por toda imprensa através da SEE/SP e do Sr. Governador Geraldo Alckmin não ultrapassa os 7%, sendo que conforme PCL 37 as demais gratificações serão incorporadas ao longo dos próximos 4 anos.

Comunico ainda a vontade da classe em entrar novamente em greve geral ou branca, onde todos nós cruzaríamos os braços por tempo indeterminado, mesmo estando presentes nas unidades escolares.

B. C.
Professor PEBII do Estado de São Paulo.

Comentários:

zinguinha2010· – Mas a política do psdbos@#a é essa: Lança a mentira na imprensa golpista, depois não dá nada, e aí quando os funcionários entram em greve, todos acham que são um bando de insatisfeitos.
Votem novamente nessa mer@#a de partido e continuem vendo SP andar prá trás!

Gerson Carneiro – Ou seja: supressão dos 15 dias de recesso em julho + divisão dos 30 dias de férias de janeiro para 15 dias em julho e mais 15 em janeiro. 

E tem mais: os 25% de aumento prometido pela tão alardeada política de aumento em função da prova de mérito criada pelo José Serra e o falecido (graças a Deus) Paulo Renato Sousa foram reduzidos a 10% neste ano de 2011, sem aviso prévio. Ou seja, professores receberam 25% de aumento na prova anterior; quem prestou esse ano de 2011 e foi aprovado terá um aumento de apenas 10%. Mudança de regra no meio do jogo. 

E conheço uma professora que foi aprovada, tirou nota 10 em redação mas não teve aumento salarial porque completaria três anos ENSINANDO na mesma escola apenas no mês posterior ao mÊs de aplicação da prova. Sacanagem pura !!!

Marc – E eu que falei para a minha mãe, 91 anos de idade, professora normalista aposentada que ela teria mais de 40% de aumento em julho? Ela, também pindense, no alto de sua lucidez, deu uma piscadela maliciosa e disse: “Para acreditar no Geraldinho só a velhinha de Taubaté.  Eu sou é de Pindamonhangaba e conheço essa turma. Só acredito recebendo!”. 

http://www.viomundo.com.br/denuncias/professor-paulista-nao-e-o-que-parece.html

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